Comments

v. said…
ô, munita, fez tuitu? o meu é vanessareis
v. said…
deixou um comentário e sumiu-se no mundo?
Anonymous said…
A um livro de visitas

O camarada Júlio bem que me falou
que havia lá doutro lado
essa tal de mordida.
E eu li cada verso sem nome,
e tal como eu me fosse dessa "esquina
dobrada em duas", derramei-me (EU MESMO) , em motivo qualquer que fosse, um afeto de coisa dobrada em mil - e, quem sabe?, até mesmo mais. Vivi cada verso que fosse, e o que o amigo Boaro não me contou, eu mesmo que fiz verdadeiro. Versos arrancados "do mapa da musa" (poesia), e, quem diria, tão derradeiros, pudessem inda sangrar de mim, como "o sabonete líquido" que "brotava de uma torneira", ainda mais simples, únicos e derradeiros. Agora, sem saber que me pergunto, me pergunto: que segredos levas ainda, em tua doce "mandinga", Fabiana Faleiros?

Caio
Anonymous said…
Faleiros gosta de café???


De poeta pra poeta, um poeminho pro teu dia...

POEMINHO DO SÓ

Poeminho, onde estás?
Aqui sob essa grama?
Quem sabe enfim no meu lugar?
Não me deixes, então... Tão carecido de ti,
Meu infante poeminho, que até a minguante lua
Urina dor em meu caminho


Mas aí ouvir dizer que foste
Então um passarinho, causou-me inda remorso,
Meu pequeno, meu estranho poeminho
Chamado como faz o só,
Rompendo, em última instância, o falso
Senhorio, deixou-me antes o poeta,
O poeta em teu caminho...

Caio