9.06.2006

Sonhos de Valsa

Aquele compartimento de vidro, que separa uma coisa da outra, mantendo as duas (ou mais) visíveis entre si, cobriremos com bombom. Cobriremos toda a superfície essa com eles. O objetivo é colocar as camadas uma sobre as outras, sem deixar que a próxima (a última) derreta. Não vale derreter mesmo. É importante o corpo atirar o bombom com a mão, esse movimento. Então uma camada derrete, a outra se mantém suja. Isso deverá ser até o fim quando as mesmas encostarem-se aos corpos dos atiradores. Assim eles não atiram mais. Só colocam.

6 comments:

bel said...

Há imagens que nos tocam, não muitas, que nos acompanham por toda a vida. O que acontece quando nos saltam aos olhos pela primeira vez é tão poderoso que seu efeito retumbante dificilmente deixará de ser sentido. Podemos tirá-las da mente, distraídos com nossos afazeres, podemos suplantar o choque com a tinta branca do tempo. Mas o certo é que voltamos a elas, quando elas próprias não se precipitam, atropelando nosso espírito, trazendo à flor da pele o mesmo arrepio, a mesma sensação de vertigem. Permanecemos ligados a elas por uma interrogação em aberto, por um elo estranho, enigmático, sempre restabelecido, sem jamais perder o impacto

levitantes said...

me dá um chocolate?

editi said...

que deleuziammm

Dona said...

beleuzuras

pat m. said...

dona, descobri hoje no seu profile o pograma cuéditis (é isso?), cadê? parou? volta ao ar. fantástico. beijos

b said...

o palhaço anda de mono-ciclo
as meninas não sonham mais com valsa
são hiper pólis
cuidado
perigo!